sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ser mãe...

Ser mãe... Penso e repenso por vários momentos, que tarefa fácil e ao mesmo tempo complexa... Não recebemos manual de instruções no parto, mudamos a nossa vida radicalmente após 9 meses de expectativas por um bebê lindo... Quando ele nasce, eis os medos, angústias, felicidades, incertezas... Um misto de sentimentos que tentamos assimilar em conjunto com o crescimento e dedicação intensa do pequeno que esta a cada dia nos exigindo e ensinando algo novo...
O texto abaixo do blog - zen habits - traz algumas dicas bem válidas para esse grande desafio...
Continue sendo você mesma. Você não precisa desistir das suas paixões e interesses só porque você é mãe. É importante que você encontre tempo para fazer o que gosta: ler, escrever, praticar esportes - faça dessas coisas uma prioridade e dê um jeitinho de incorporá-las no seu dia-a-dia. Muito fácil falar, né?  Como se depois da maternidade houvesse tempo para fazer tudo que gostamos... Mas o importante é ter isso como uma meta. Mesmo que você não consiga fazer suas coisas com tanta frequência como antigamente, só o fato de se preocupar com as suas próprias necessidades, fará de você uma pessoa mais feliz e consequentemente você vai exercer suas funções de mãe melhor também. Já falamos sobre isso em outro post aqui no blog.
Não seja um mártir. Seus filhos não pediram para você se sacrificar tanto assim. Eles não precisam disso e também não querem pagar o preço de serem criados por um mãe sofredora. Você precisa de um tempo sozinha? Deixe as crianças assistindo um pouco de televisão e vá ler um livro. Precisa conviver com pessoas adultas? Deixe eles com o pai uma noite e vá jantar com uma amiga.  Chegar no estágio, no qual você está mortalmente cansada, não é bom para você, nem para as suas crianças.
Não tente ser perfeita. Isso vale para a vida em geral e vale muito para a maternidade. Com tantos imprevistos, é impossível que tudo saia sempre da maneira como você planejou, então relaxe um pouco. Aceite que às vezes a casa vai ficar bagunçada, que vocês vão ter que comer comida pronta eventualmente e que as crianças vão ter que se ocupar sozinhas para você recarregar suas baterias.
Se livre da culpa. Culpa é um dos efeitos colaterais mais comuns da maternidade e não ajuda em nada: é perda de tempo e de energia. Quando você tomar uma decisão, seja ela grande ou pequena, evite ficar remoendo a decisão tomada. Ninguém é perfeito. Você não é perfeita, e irá sem dúvida, cometer erros. Se você ama seus filhos e cuida das necessidades básicas deles, eles vão ficar bem. Sério. 
Seja paciente. Criar filhos dá mesmo muito trabalho. Eles fazem mil perguntas,  aprontam a maior bagunça e precisam de você o tempo todo. Claro que você vai perder a paciência de vez em quando, mas na maioria das vezes respire fundo. Olhe para eles enxergando o que eles realmente são: criaturinhas inocentes que precisam do seu amparo.
Escute as crianças. Mas escute de verdade. Nós temos a tendência a acreditar que sabemos mais que nossos filhos - o que é verdade muitas vezes. Mas a gente acaba dando uma ignorada no que eles estão falando para agir como se a solução de todos os problemas estivesse em nossos conselhos. Há alguns meses, minha filha de 8 anos me contou que estava tendo problemas com uns colegas da escola. Imediatamente eu comecei a despejar conselhos nela. Ela ficou decepcionada. Na verdade não queria conselhos, queria apenas poder falar e ser ouvida.
Seja a mãe dos seus filhos, não a "amiguinha". Imponha limites. Nossos pais e avós não tinham nenhum problema em impor limites. Pais eram pais. Filhos eram filhos. E os pais deviam ser obedecidos. Hoje em dia, famílias são democracias. A gente negocia, convence o outro do contrário, e escuta a opinião de todo mundo. E apesar de isso ser super legal, as crianças precisam que a gente continue exercendo nossos papéis de pai e mãe e que imponhamos limites quando necessário.  Nós devemos escutá-los e respeitar suas opiniões mas nós não somos pares, não somos seus "buddies". Quando eu era criança e brigava com a minha mãe, eu sempre a ameaçava com um: "Então eu não serei mais sua amiga!" . Ela respondia com toda a calma do mundo: "Tudo bem, porque você não é minha amiga. Você é minha filha." Eu ficava louca com a minha mãe, mas ela tinha razão.
Pregue a simplicidade. Você vai estar fazendo um grande favor para os seus filhos se você ensiná-los desde pequenos, que a felicidade não tem nada a ver com o acúmulo de coisas materiais. Quanto mais novos eles são, mais propensos estão a escutar, então comece o quanto antes. Aqui em casa, às vezes promovemos um "faxinão" para jogar fora coisas que não estamos usando e as meninas sempre participam. Nesses momentos nos damos conta de como acumulamos um monte de coisa que não precisamos. A gente também não sai para comprar, assim como esporte. As meninas sabem que comprar é necessário, mas é para quando a gente de verdade precisa de alguma coisa e não como recreação. Nós pegamos livros na biblioteca em vez de comprar e tentamos reutilizar ao máximo as coisas. Estamos orgulhosos da nossa casa livre de tralhas e objetos inúteis.
Não pressione demais as crianças. Eu, pessoalmente fui criada para conquistar o mundo. E eu posso assegurar que isso não leva a felicidade. Claro que eu quero que meus filhos sejam bem sucedidos. Quero que eles atinjam o potencial máximo deles e tenham segurança financeira no futuro. Mas estou tentando não estressá-los demais em relação ao sucesso na escola e nas atividades extra curriculares.
Ajude-os a desenvolver autoestima. Autoestima é uma das coisas mais bacanas que podemos deixar de legado para nossos filhos. Uma pessoa com uma autoestima bem elaborada não vai entrar e/ou ficar num relacionamento furado. Alguém que se ama provavelmente terá mais chances de ser feliz e atingir seu potencial. E como podemos ajudá-los a virarem pessoinhas autoconfiantes? Antes de mais nada mostrando a eles que nós os valorizamos: passando tempo com eles, conversando e escutando o que eles têm a dizer. 
Ensine-os a serem independentes. Difícil para caramba, porque como mães, estamos sempre tentadas a ajudar as crianças. Mas se a gente sempre fizer tudo por eles, estamos impedindo que eles aprendam a fazer coisas sozinhos. E para cada idade e nível de desenvolvimento existem coisas que podem ser feitas por eles mesmos. Deixe as crianças livres para fazerem o que elas sabem fazer e o que é apropriado para suas idades. 
Se divirta! Quando a gente é mãe, é tão fácil ser absorvida pelo cotidiano e por toda a logística que a gente tem que coordenar para as coisas funcionarem, que a gente esquece de relaxar e se divertir.  Criança é um negócio maravilhoso. Ter crianças é uma oportunidade de ser criança outra vez,  de fazer e ver coisas que você nunca achava que ia fazer de novo, de encarar o mundo com inocência e curiosidade. Fazia tempo que você não observava borboletas coloridas por aí, não é verdade? Mas você volta a reparar nelas quando você tem filhos.
Esse texto é uma tradução livre de um trecho do post "How to be a great mother - 12 awesome tips" do blog zen habits. O texto original em inglês é de Vered DeLeeuw.  Aqui o link para o texto.
Gde beijo,
Bruna

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Morte súbita de bebês: como prevenir

Quando comecei as pesquisas de qual o melhor manta, cobertor, protetor de berço, lençol, melhores tecidos, me deparei com algumas matérias de sufocamento de bebês, principalmente aqueles que o berço não esta no mesmo quarto dos pais.

Eu assumo e levanto a bandeira, meu filho ficou sempre debaixo dos meus olhos, cada suspiro diferente, tosse, engasgo, estava ao meu lado...

Levanto esta bandeira, sem vergonhas, certo ou errado, foi assim que defini que seria o meu cuidado, jamais me perdoaria se acontecesse algo com ele por negligência da minha parte.

Vi esta matéria ótima na Revista Crescer e gostaria de dividir com vocês!

Morte súbita de bebês: como prevenir


Quem nunca foi várias vezes à noite ao quarto do filho para ver se ele estava apenas... respirando? Isso acontece em especial pelo pânico dos pais com a síndrome da morte súbita. O termo é usado para designar uma morte na infância que não pode ser explicada depois de investigações, tanto da cena (local onde o bebê dormia), autópsia e revisão da história clínica da criança.
Apesar das causas desconhecidas, a Academia Americana de Pediatria (AAP), referência mundIal no assunto, publica regularmente recomendações baseadas em pesquisas para que as crianças tenham um sono seguro. Essas orientações previnem tanto a morte súbita quanto outros tipos de problemas graves, como sufocamento. Confira as principais dicas;
Dormir de barriga para cima
Sempre! É a posição mais segura. A criança respira melhor e tem menos risco de engasgo – caso vomite, ela vai girar a cabeça para o lado.
De barriga para baixo, só quando acordado
Deixar o bebê alguns minutos de barriga para baixo diariamente é importante para ajudar o desenvolvimento motor e muscular e a minimizar o risco de plagiocefalia – quando o crânio do bebê tem alguma deformidade pela pressão que sofre em apenas um dos lados. Mas sempre, sempre, sempre com você ao lado dele!
Dormir só em superfície firme
O sono deve ser no berço e com o colchão no tamanho adequado. Carrinho de bebê, sling, bebê conforto e cadeirinha de carro não devem ser usados para rotina do sono. Tudo bem adormecer por alguns minutos, desde que com supervisão dos pais.
O bebê não deve dormir na cama dos pais
A APP recomenda que o bebê durma no quarto dos pais nos primeiros meses, mas nunca na mesma cama. Isso porque você consegue monitorar a criança e intervir rapidamente caso aconteça algo. Além disso, facilita na hora de amamentá-lo durante a noite.
No berço, só o bebê
Bichos de pelúcia, travesseiros ou qualquer objeto solto devem estar fora do berço, inclusive protetores. Além do risco de asfixia, acumulam ácaros. O cuidado vale para roupas de cama, que devem ser presas embaixo do colchão.
Faça o pré-natal correto
Há diversas evidências que relacionam um menor risco de morte súbita em crianças cujas mães fizeram um pré-natal regular.
Evite contato com cigarro durante a gravidez e após o nascimento do bebê
O desenvolvimento do bebê no útero é prejudicado pelos maus hábitos, o que pode levar à prematuridade – um fator de risco para a morte súbita. Após o nascimento da criança, o cigarro também deve ficar longe. O fumo passivo prejudica o sistema respiratório. Se algum parente ou amigo seu tem o hábito, ele vai ter de fazer isso longe do seu filho.
Não beba nem use medicação por conta própria durante a gravidez
E isso inclui o período anterior à sua gestação. Quer engravidar? Cuide-se desde já!
Amamente
Ao sugar o peito, a criança é obrigada a respirar pelo nariz. Assim, desenvolve melhor o sistema respiratório, deixando os músculos fortalecidos.
Chupeta como aliada
Isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo, mas alguns estudos mostram que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. No entanto, ela deve ser só oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança.
Não exagere no cobertor
Seu filho deve estar vestido de maneira confortável para o clima do dia. Segundo a AAP, a criança deve estar com uma “camada” a mais de roupa do que você. Apenas isso! Também não deve cobrir a cabeça nem as mãos do seu filho, pois é pelas extremidades que ele regula a sua temperatura.
Vacine 
Recentes evidências sugerem que a imunização pode ter um efeito protetor contra a morte súbita.
Atenção à paranóia
Não acredite em propagandas de produtos que dizem evitar morte súbita, pois não há nenhum acessório ou produto que tenha essa finalidade, muito menos pesquisas científicas que comprove algum benefício em adquiri-lo. Não use monitores cardiorrespiratórios como uma estratégia de reduzir o risco de morte súbita. Calma!
Espalhe as informações
Você tem uma babá? Seu filho fica em um berçário? Com a sua mãe? Faça com que todos que ajudam você nos cuidados com o bebê saibam das recomendações sobre como prevenir a morte súbita.
De olho na mídia
A AAP ressalta que tanto propagandas na TV quanto nas revistas, nos sites, nos jornais devem seguir as recomendações do sono seguro ao incluir um bebê em seus projetos.

Fontes: Márcia Pradella, neuropediatra e responsável pelo setor de pediatria do Instituto do Sono, da Unifesp; José Hugo de Lins Pessoa, pediatra e membro do Núcleo Permanente de Estudos sobre o Sono da Sociedade Brasileira de Pediatria
www.revistacrescer.globo.com

Gde beijo,

Bruna

sábado, 19 de abril de 2014

Filho por José Saramago

Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar os nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. 
Perder? 
Como? 
Não é nosso, recordam-se?

Foi apenas um empréstimo...

Fonte: José Saramago

Gde beijo,

Bruna

sábado, 29 de março de 2014

Bolsa da Maternidade

E começou o sétimo mês de gestação e junto com ele a expectativa aumenta para o parto, para vermos o rostinho lindo do bebê... Mas também precisamos organizar a bolsa da maternidade da mamãe e do bebê...
Pesquisando achei no GNT a forma mais prática de identificarmos o check-list da maternidade...


Fonte: www.gnt.globo.com

Gde beijo,

Bruna

quinta-feira, 20 de março de 2014

Ácido Fólico

Descobrimos que estamos grávidas e recebemos da nossa obstetra a primeira requisição de suplementos ... O famoso Ácido Fólico ... Eu ainda tomo o mesmo, nos primeiros meses era somente ele, depois chegou o Materna e nos últimos dias o meu novo suplemento é o Combiron Fólico...
 
Vi esta matéria no site da Abril e achei interessante compartilhar com vocês...
 
Não é exagero afirmar: o consumo ácido fólico é pré-requisito para todas as mulheres que desejam engravidar. Essa vitamina, também conhecida como B9 e folato, é responsável pela síntese dos ácidos nucleicos, substâncias envolvidas na produção de proteínas, tecidos e também do código genético. Ela ainda participa do processo de desenvolvimento do tubo neural, o sistema nervoso primitivo do feto. "O fechamento desse tubo é essencial para formar a calota craniana e a coluna vertebral do bebê", esclarece o obstetra Ricardo Barini, do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.

Segundo ele, isso ocorre entre o vigésimo segundo e o vigésimo oitavo dia após a concepção. Daí, se não houver ácido fólico suficiente no organismo da mulher, todo esse trabalho pode ser comprometido. "A carência da vitamina talvez ocasione uma série de defeitos no processo de formação do feto, como a anencefalia, que é a ausência do cérebro", diz Barini. Algumas vezes, quando a mulher descobre que está grávida, o processo de malformação já pode ter começado. Por isso, o ideal é consumir o ácido fólico, em forma de suplemento, três meses antes de engravidar.

Fonte imagem: Getty Images
Fonte: http://bebe.abril.com.br

Gde beijo,

Bruna

sábado, 15 de março de 2014

Anemia



Anemia, presente durante a gestação e em alguns casos também no período de amamentação... Estava pesquisando no site da BabyCenter e descobri esta matéria muito boa sobre o assunto... Eu descobri no 6º mês uma leve anemia, mas já estou administrando Combiron Fólico... Claro que necessitamos de acompanhamento junto a obstetra após 20 a 30 dias...
De quanto ferro eu vou precisar durante a gravidez?
Antes de engravidar, você precisava de cerca de 15 miligramas (mg) de ferro por dia. Já é bastante coisa. Muita gente não consegue ingerir a quantidade recomendável. Durante a gravidez, você vai precisar de mais ferro ainda para manter o bebê (e você) saudável. Se seu corpo não tiver ferro suficiente para alimentar a produção de hemoglobina para vocês dois, você pode ficar com anemia por deficiência de ferro (ferropriva).
Como garantir que estou obtendo o ferro necessário?
Coma verduras de folhas escuras, pão integral, cereais enriquecidos com ferro, carne vermelha magra, frutos do mar e feijão. A vitamina C ajuda o corpo a absorver o ferro que você ingere nos alimentos, por isso vale a pena tomar um copo de suco cítrico como o de laranja por dia.

O chá e o café prejudicam a absorção de ferro, e é aconselhável evitá-los. Seu médico também pode receitar um suplemento de ferro, normalmente no segundo trimestre -- já que esse tipo de suplemento pode agravar o enjôo.

O suplemento de ferro também serve para preparar o organismo para a perda de sangue que se segue ao parto, tanto normal quanto cesariana.

Leia mais sobre como comer bastante
ferro na gravidez.
Como vou saber se estou anêmica?
O exame de sangue de rotina que você deve fazer no pré-natal verificará seus níveis de hemoglobina. É normal que esses níveis caiam um pouco durante a gravidez, porque há muito mais líquido no sangue, diluindo a concentração de glóbulos vermelhos. Se seus níveis estiverem muito baixos, o médico pode prescrever um suplemento de ferro especial.
Quais são os sintomas?
É possível que você não sinta nada de muito diferente se estiver anêmica, mas o cansaço é um dos sintomas mais comuns -- você não tem energia para nada. É preciso lembrar, no entanto, que a falta de energia é um sintoma da própria gravidez, sentido por muitas mulheres que não estão anêmicas.
Como se trata a anemia?
O médico vai conversar com você sobre sua alimentação, para garantir que você esteja comendo as principais fontes de ferro.

É bom saber que o bife de fígado não é indicado na gravidez para não provocar excesso de vitamina A, que pode ser prejudicial ao bebê.

O médico também pode receitar ferro na forma de suplementos. As multivitaminas para grávidas já incluem o ferro, mas o obstetra pode prescrever suplementos especiais.

A suplementação férrica pode causar prisão de ventre, por isso aumente o consumo de fibras se estiver tomando esse tipo de suplemento. Se estiver difícil conviver com a constipação, converse com o médico, já que é possível tentar uma marca diferente. Pode ser que o suplemento piore os seus enjôos. Pergunte ao obstetra se você pode tomá-los à noite em vez de pela manhã -- às vezes ajuda.
Há mulheres mais propensas a ter anemia na gravidez?
Mulheres que já tinham uma alimentação pobre em ferro correm mais risco de ter anemia. O mesmo acontece com mulheres que estejam vomitando demais por causa das náuseas -- um problema chamado hiperemese gravídica. Outros fatores que podem predispor à anemia são a ocorrência de gestações muito próximas uma da outra, a gravidez de múltiplos e o fluxo menstrual muito intenso antes da gravidez.

Para as vegetarianas, às vezes pode ser difícil obter todo o ferro necessário com a alimentação.
O fato de eu estar anêmica afeta a saúde do bebê?
Você não precisa se preocupar com o bebê. Seu corpo vai providenciar que ele receba a cota de ferro de que precisa -- é você que corre o risco de ficar sem. A maior demanda por ferro durante a gravidez acontece por volta do segundo trimestre, portanto tome cuidado especial nessa fase.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/

Gde beijo,

Bruna

quarta-feira, 12 de março de 2014

Sexagem Fetal

O que será Sexagem Fetal?
Confesso que antes de entrar neste mundo maravilhoso da maternidade nem sabia que existia este exame...
Mas como a curiosidade é sempre maior do que aguardarmos até próximo as 16 semanas e contar que o bebê mostrará o sexo ou será um pouco mais tímido, podemos fazer este exame de sangue para descobrirmos antes...
Eu fiz o exame no laboratório Weinmann que no prazo de 3 dias úteis já estava disponível o resultado...
O exame pode ser realizado a partir da 8ª semana de gestação e possui praticamente 100% de acerto.
Não é um exame invasivo. É feito pela amostra de sangue da mãe. Não precisa de jejum e nem de preparação anterior ao exame. Retira-se mais ou menos 20 ml de sangue da mamãe, onde se analisará o DNA do feto. Isso mesmo, DNA do feto no sangue da mãe.
A grande descoberta de que no plasma materno existe DNA do feto transferido pela placenta foi do cientista chinês Y. Dennis Lo. A partir dessa descoberta conseguiu-se analisar esse DNA e saber se existe ou não o cromossomo Y.
A mulher tem dois cromossomos sexuais X e o homem tem um X e um Y. Se no DNA do feto a partir do sangue da mamãe for encontrado um cromossomo Y pode-se dizer que será um menino. Se não houver esse cromossomo, será uma menina.
No caso de gêmeos univitelinos, idênticos, o teste é válido para os dois bebês. Se o exame der menino, os dois bebês serão meninos. Se der menina, os dois bebês serão meninas. Gêmeos idênticos têm o mesmo DNA e, por isso, o mesmo sexo. Em gêmeos fraternos, bivitelinos, o resultado positivo para “Y” significa que ao menos um dos gêmeos será menino. Se o resultado der ausência de cromossomo “Y” pode-se dizer que ambas são meninas.
O exame da sexagem fetal pode dar errado caso a mamãe já tenha recebido transfusão de sangue ou transplantado um órgão de outro homem.
Por enquanto, esse teste só serve para a identificação do sexo dos bebês, mas já está em estudo para que sirva também para identificar algumas doenças, substituir outros exames que são mais invasivos e até a realização do cariótipo fetal. O que dificulta é a pequena quantidade de células fetais no sangue materno.
 
Fonte Imagem: www.vidamaterna.com.br
 
Gde beijo,
 
Bruna